Intercâmbio em 2026: como organizar as finanças e planejar os custos com antecedência
Pesquisa aponta que estudantes que iniciam o planejamento mais cedo têm mais controle do investimento e ampliam as opções de destino e programa.
Com 2026 já no radar de muitos brasileiros que planejam estudar no exterior, a organização financeira se torna um passo essencial para viabilizar o intercâmbio. Levantamentos recentes indicam que uma parcela significativa dos estudantes já trabalha com esse horizonte de tempo justamente para garantir mais planejamento financeiro, segurança nas decisões e controle do orçamento. Organizar as finanças com antecedência ajuda a evitar imprevistos, equilibrar os custos do intercâmbio e ampliar as possibilidades de escolha de destino e programa.
Para Alexandre Argenta, presidente da Belta, pensar no orçamento desde cedo faz toda a diferença. “O planejamento financeiro permite que o estudante entenda o custo real do intercâmbio e faça escolhas mais conscientes, sem comprometer sua estabilidade”.
Antes de partir para as orientações práticas, é importante considerar que o intercâmbio envolve despesas que vão além do curso e da passagem aérea. Câmbio, moradia, seguro, alimentação e taxas administrativas precisam estar no planejamento desde o início, principalmente para quem pretende viajar nos próximos dois anos.
A seguir, confira cinco formas práticas de organizar as finanças para um intercâmbio em 2026.
Planejamento antecipado facilita o controle do orçamento
Começar cedo facilita a criação de uma reserva financeira e permite acompanhar a variação do câmbio ao longo do tempo. A Pesquisa Selo Belta 2025 indica que estudantes que se planejam com mais antecedência têm mais controle sobre o investimento no intercâmbio. “Antecipação amplia as possibilidades de escolha”, destaca Alexandre Argenta.
Escolha do destino deve considerar o custo de vida
Além da preferência pessoal, é essencial avaliar gastos com moradia, transporte e alimentação ao definir o destino para estudar no exterior. Estados Unidos e Canadá seguem entre os países mais procurados, mas alguns destinos europeus podem apresentar melhor custo-benefício, dependendo do perfil do estudante e do programa escolhido.
Possibilidade de estudar e trabalhar no exterior
Alguns países permitem que estudantes trabalhem durante o intercâmbio, o que contribui para complementar a renda e reduzir despesas mensais. “Entender as regras locais evita frustrações e ajuda no planejamento”, explica.
Organização do pagamento e uso do parcelamento
Parcelar parte do investimento do intercâmbio ajuda a distribuir os custos ao longo do tempo e evita impacto no orçamento familiar. Criar uma poupança específica para esse objetivo também contribui para a disciplina financeira e para o controle dos gastos.
Serviços essenciais devem estar no orçamento
Seguro saúde, acomodação e taxas de visto precisam estar previstos desde o início do planejamento financeiro. “Quando todos os custos são considerados, o estudante viaja com mais tranquilidade.”
Após a fase de planejamento, a orientação é manter uma visão realista do orçamento durante todo o processo do intercâmbio. Para Alexandre Argenta, o sucesso financeiro da experiência internacional está diretamente ligado à informação de qualidade. “Buscar orientação especializada e dados confiáveis é fundamental para que o estudante transforme o intercâmbio em uma experiência positiva, sem surpresas financeiras e com foco total no aprendizado”.
Com planejamento, informação e decisões estratégicas, organizar as finanças para um intercâmbio em 2026 tende a se tornar um processo mais simples e seguro, aproximando o estudante do objetivo de viver uma experiência internacional.









